A Lua encontra-se em fase nova e inaugura, nesta terça-feira (23), mais um ciclo sinódico de aproximadamente 29,5 dias.
Nessa configuração, o satélite fica alinhado ao Sol: a face iluminada aponta para a estrela e o lado escuro é o que observamos da Terra, dando a impressão de “Lua apagada”. Embora invisível a olho nu, sua gravidade continua atuando e gera as chamadas marés vivas, que ampliam a variação do nível da água — o mesmo efeito registrado na Lua cheia.
Entre agosto e setembro de 2025, as fases ocorrem nas seguintes datas: quarto-crescente em 31/08 (3h25), cheia em 07/09 (15h08), minguante em 14/09 (7h32), nova em 21/09 (16h54) e novo crescente em 29/09 (20h53). A alternância resulta da interação constante entre Sol, Terra e Lua e depende da posição do observador: no hemisfério Sul, a porção iluminada da fase crescente aparece voltada para a esquerda; no Norte, para a direita.
Especificações e disponibilidade
• Distância média da Terra: 384.400 km, variando de 363 mil km (perigeu) a 405 mil km (apogeu).
• Diâmetro: cerca de 3.474 km (aprox. ¼ do tamanho terrestre).
• Rotação síncrona: o satélite leva o mesmo tempo para girar em torno do próprio eixo e para orbitar a Terra, razão pela qual sempre vemos a mesma face.
• Influência gravitacional: afeta marés, além de sincronizar, por exemplo, a reprodução de moluscos e corais e a desova de tartarugas durante a Lua nova devido à menor luminosidade.
O ciclo iniciado agora evolui para o quarto-crescente na próxima semana, quando o disco lunar volta a ganhar brilho gradativamente até atingir a plenitude da fase cheia.
Imagem: Notícias de tecnologia portal Avgreview 16
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Fonte: UOL Tilt