Ransomware continua sendo uma das maiores ameaças virtuais, criptografando arquivos e exigindo resgate em criptomoedas.
Os valores cobrados variam de casos históricos como o Trojan AIDS, que pediu apenas US$ 189 (R$ 983 – cotação 18/08/2025), a prejuízos gigantescos: o Petya gerou perdas superiores a US$ 10 bilhões (R$ 52 bilhões – cotação 18/08/2025). Empresas, órgãos públicos e usuários domésticos correm riscos de paralisação das atividades, vazamento e destruição de dados.
O ciclo de ataque costuma começar com phishing, falhas não corrigidas ou credenciais roubadas. Entre as variantes, destacam-se o leakware, que ameaça publicar informações sigilosas, e o wiper, focado em apagar tudo sem chance de recuperação.
Como prevenir e reagir
Boas práticas incluem backups off-line, antivírus atualizado, segmentação de rede, autenticação multifator e patches de segurança contínuos. Organizações devem ter plano de resposta a incidentes e treinar funcionários para reconhecer e-mails maliciosos.
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Fonte: TecMundo